Eu me sinto como um sujeito nas frases, pois às vezes é simples, às vezes composto, mas muitas vezes oculto, pela dor, pela tristeza, pelos problemas. Mas também sou aquele sujeito composto, de amigos, de amor, de família. Sendo que no meu sorriso o sujeito simples sempre aparece para tentar disfarçar os problemas e as dores. Também me sinto como um sujeito indeterminado, sem opinião, sem determinação para viver, ou fazer algo que eu queira, não sei explicar. Mas sei que sou apenas um sujeito inexistente, que sente que não vale a pena viver e que não vale a pena sofrer por pessoas que não se importam e nem sabem quem és. Mas esse sujeito sou eu, um sujeito que vive e tem problemas, que enfrenta tudo com um sorriso no rosto, um sujeito sem jeito, um sujeito de qualquer jeito, ou apenas sujeito.

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